segunda-feira, 28 de setembro de 2026

TRÍPLICE COROA DA EMOÇÃO: LIGA CBR ENCERRA TEMPORADAS DO SEGUNDO TRIMESTRE COM FINAIS ÉPICAS E NOVOS CAMPEÕES!!!

 

A Liga CBR encerrou sua temporada com um espetáculo triplo de velocidade, técnica e superação. Nas pistas virtuais de Monza, Singapura e Londrina, os campeonatos MCR2000, Corujão (Fórmula 3) e GT3/GTE chegaram ao seu clímax em corridas que testaram os nervos dos pilotos até a bandeirada final. Confira como foram as decisões que coroaram os grandes campeões da liga.


MCR2000: O Milagre de Nahar em Monza



A grande final da categoria MCR2000 no circuito de Monza foi um verdadeiro teste para o coração. Nahar (Equipe Drone) chegou ao templo da velocidade como o franco favorito, ostentando 17 pontos de vantagem na liderança e largando com o melhor tempo dos treinos livres. No entanto, o roteiro da corrida flertou com o desastre: após cometer erros e bater no guard-rail, o líder do campeonato despencou para as últimas posições.

Do outro lado, seus rivais diretos enfrentavam seus próprios demônios. Fábio Quadrado (Equipe Drone), que largou em 3º com chances de título, sofreu uma rodada na grama e acabou abandonando a prova na volta 15, terminando apenas em 11º. Yuri Soares (FTR) travou uma batalha feroz com Nahar no início e chegou a liderar, mas um pit stop muito longo e incidentes de pista o limitaram ao 3º lugar — um resultado insuficiente para roubar a taça.

Contando com a sorte, os reveses dos adversários e uma pilotagem de recuperação heroica, Nahar escalou o pelotão de volta para a 3ª posição na pista (herdando a vitória oficial após a parada final de Wilton Américo). O resultado selou o título de forma heroica e incontestável, coroando a temporada dominante do piloto da Drone.


Corujão Fórmula 3: Sobrevivência e Consagração em Singapura


O estreito e traiçoeiro circuito de rua de Singapura foi o palco da decisão do Corujão Fórmula 3, uma prova noturna marcada por inúmeros toques, acidentes e abandonos (incluindo a saída de Edinho). Juan Pablo Maineri chegou com uma vantagem confortável em pontos e precisou apenas administrar o caos. Apesar de sofrer com o traçado punitivo e chegar a rodar durante a prova, Juan manteve o foco absoluto para cruzar a linha de chegada no pódio, em 3º lugar, levantando a merecida taça de campeão da Fórmula 3.

Com o título encaminhado, o espetáculo da noite ficou pela briga ferrenha pelo vice-campeonato entre Donato Júnior e Algrans Júnior. Algrans chegou a liderar a prova, mas cometeu um erro fatal e rodou. Donato Júnior aproveitou a oportunidade, executou uma corrida impecável e faturou a vitória no GP de Singapura. O triunfo garantiu a Donato o vice-campeonato geral, deixando Algrans com a 2ª posição na corrida e o 3º lugar na classificação da temporada.


GT3/GTE: Tensão Debaixo D'água e a Glória de Nahar em Londrina



A última etapa da GT3/GTE em Londrina entregou um roteiro imprevisível. A matemática era complexa: Wilton Américo liderava e precisava de um 4º lugar para o título; Nahar precisava vencer e torcer para Wilton chegar no máximo em 5º; e Donato Júnior corria por uma combinação quase milagrosa. Tudo isso foi disputado sob uma chuva intermitente que cobriu a pista de poças, levantou um spray que zerou a visibilidade e transformou o asfalto em sabão.

O drama do campeonato explodiu quando Wilton Américo sofreu um forte acidente, batendo direto no muro. Os danos severos obrigaram o líder a passar mais de três minutos nos boxes para reparos, atrasando-o em várias voltas e destruindo suas chances de erguer o caneco. A pista molhada continuou cobrando vítimas, como Rivanildo Novais, que liderava a prova mas abandonou após ser punido por um erro no limitador de velocidade durante uma caótica relargada de Safety Car.

Na ponta, Fábio Quadrado largou muito bem e assumiu a liderança. Nahar, com o abandono de Wilton, viu a porta do título se escancarar e travou um duelo espetacular com Quadrado na reta final, chegando a liderar brevemente. Fábio, no entanto, deu o troco, recuperou a ponta e garantiu sua primeira vitória na Liga CBR, seguido por um sólido Juliano Maito em 2º.

Nahar cruzou a linha em 3º lugar. Após muita tensão, cálculos preliminares e análises pós-corrida, a combinação de resultados foi confirmada: aproveitando o revés de Wilton e consolidando uma recuperação genial ao longo da prova, Nahar Soubhia sagrou-se o grande Campeão da temporada GT3/GTE pela Equipe Drone!

A Liga CBR parabeniza todos os pilotos por uma temporada de tirar o fôlego. Os simuladores já estão sendo recalibrados para o futuro. Que venha a nova temporada da Porsche Cup!

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

CBR RETRO: Juan Pablo vence em Adelaide mas Alê Maineri Mantém a Regularidade e Conquista o Título da F1 1993 no CBR Retro



As ruas estreitas, os muros implacáveis e o calor do circuito urbano de Adelaide foram o cenário perfeito para o desfecho dramático da temporada de Fórmula 1 1993 no CBR Retro Club. Em uma prova de 41 voltas marcada por reviravoltas, abandonos e uma disputa tática até os últimos metros, Alê Maineri selou uma campanha impecável ao longo do ano para se sagrar o grande Campeão da F1 1993 no rFactor 2.

Classificação Tensa e Pole nos Segundos Finais

O clima de decisão tomou conta do grid desde o treino classificatório. Em uma sessão marcada pela busca pelo limite e por problemas mecânicos que testaram os nervos dos pilotos, a pole position foi definida nos momentos finais: com uma volta voadora no apagar das luzes do qualy, Juan Pablo Maineri superou os rivais e garantiu a posição de honra no grid.

Muros Implacáveis e o Abandono de Porteiro

Com a luz verde em Adelaide, as 41 voltas exigiram precisão cirúrgica de todos os competidores.

A disputa pelo campeonato sofreu um golpe decisivo na volta 27: Fernando Porteiro, que precisava do resultado para encostar na liderança do campeonato após o triunfo no Estoril, acabou abandonando a prova. Mais cedo, Derlon Man havia sido desclassificado após um toque na largada, enquanto Charles Favre superou sérios percalços técnicos no servidor para completar a prova no pódio em 3º lugar.

O Duelo dos Irmãos Maineri e o Ponto de Virada

Com o abandono de Porteiro, a luta pela vitória no GP ficou restrita aos irmãos Maineri em uma verdadeira aula de ritmo e estratégia de box.

  • A Ultrapassagem Invisível: Após a rodada de pit stops, a margem entre os dois caiu para a casa dos 3 segundos. Em um dos momentos mais marcantes da transmissão, enquanto a imagem cortava entre os carros na reta final, Alê Maineri assumiu a liderança ao se aproveitar com perfeição da janela de paradas.

  • Volta Mais Rápida e Consagração: Alê Maineri ainda cravou a volta mais rápida da prova (1:16.450). Nas voltas finais, Juan Pablo conseguiu dar o troco, gerenciando o combustível para vencer o GP, mas o 2º lugar de Alê Maineri — somado à sua regularidade ao longo das cinco etapas da temporada — garantiu os pontos necessários para confirmar o título do campeonato.

Resultado Final: GP de Adelaide (F1 1993)

  1. 🥇 Juan Pablo Maineri — Vencedor do GP de Adelaide

  2. 🥈 Alê Maineri — 2º lugar (Volta mais rápida: 1:16.450) & CAMPEÃO DA TEMPORADA

  3. 🥉 Charles Favre — 3º lugar (+9 voltas, superando problemas técnicos)

  4. 4º Fernando Porteiro — Abandonou na Volta 27

  • DSQ: Derlon Man (Envolvimento em incidente na largada)


Com o resultado em Adelaide, Alê Maineri grava definitivamente seu nome na história do clube como o Campeão do Campeonato F1 1993!



segunda-feira, 14 de setembro de 2026

GT3/GTE T12: Nahar Soubhia Escala o Pelotão e Vence a Penúltima Batalha do Campeonato em Monza

Largada em Monza


A Pé na Tábua TV abriu os trabalhos da quinta e penúltima etapa do campeonato GT3/GTE da Liga CBR, direto do lendário Templo da Velocidade: Monza. O clima sem previsão de chuva prometia uma corrida focada puramente na estratégia e na gestão dos bólidos. E, além da disputa acirrada, o paddock foi agitado com o anúncio de que a próxima temporada substituirá os carros GT3/GTE pela aclamada Porsche Cup, escolhida pela comunidade.

⏱️ Qualificação Surpreendente e Tensão no Grid

A sessão de 5 minutos de qualificação entregou surpresas. Rivanildo Novais voou baixo e cravou a pole position, seguido de perto pelo líder do campeonato, Wilton Américo, e Paulo Aurélio.

Enquanto isso, a decepção pairava sobre Nahar Soubhia. Com dificuldades em sua volta rápida, ele amargou a 15ª e última posição no grid. Parecia um desastre para quem disputa diretamente o título, mas a história da corrida estava apenas começando.

🚦 A Largada e a Dança das Estratégias

Logo após o apagar das luzes vermelhas, Paulo Aurélio tomou a liderança, impondo um ritmo fortíssimo e criando um duelo imediato com Wilton Américo. Wilton, que sofria com o acerto do carro e o ajuste do diferencial, teve que se desdobrar para manter o contato e segurar a segunda posição na primeira parte da prova.

No fundo do pelotão, Nahar Soubhia começou sua escalada. A maioria do grid optou pela estratégia padrão de duas paradas nos boxes, mas Nahar, a bordo do Aston GTE, arriscou tudo com uma tática arrojada de parada única. Precisando economizar combustível e borracha nas pesadas frenagens das chicanes de Monza, ele precisou ser perfeito.

O miolo do grid foi palco de batalhas intensas. Donato Júnior, após cair para o fundo do pelotão no início, mostrou extrema inteligência. Preso em um "trenzinho" com Harley e Juliano Maito, ele não se desesperou. Aguardou o momento certo e aplicou manobras seguras e duplas sobre seus oponentes, mostrando toda a sua experiência em corrida.

🏁 A Reta Final e a Glória de Nahar

O desenrolar da estratégia cobrou seu preço nos líderes que pararam duas vezes. Nas voltas finais, Nahar Soubhia assumiu a liderança e se manteve intocável, consolidando uma das maiores corridas de recuperação do campeonato. Cruzou a linha de chegada em 1º, levando consigo o bônus de Top Climber.

O drama, no entanto, ficou para a última volta. Rivanildo Novais, que fazia uma prova sólida em 3º, cometeu um erro na temida curva Parabólica. O deslize custou caro: Juliano Maito herdou a posição e completou o pódio, enquanto Donato Júnior assumiu o 4º lugar, empurrando o pole Rivanildo para 5º.

Wilton Américo, superando os problemas de setup, garantiu o 2º lugar. Já Paulo Aurélio viu sua corrida brilhante ser ofuscada por uma punição de 10 segundos, despencando para a 9ª posição no resultado final. Outro que sofreu com os desafios técnicos da pista foi Fábio Quadrado, que acabou passando reto nas chicanes.


🏆 Retrospectiva da Temporada: A Caminho da Grande Final

Chegamos à última página deste campeonato insano. Até aqui, a temporada GT3/GTE foi um sucesso.

Começamos com o domínio inicial da Full Pushing Racing em Hockenheim, mas o cenário mudou no asfalto castigado e debaixo de chuva em Sebring, onde a Drone Team 1 acordou e Nahar Soubhia venceu largando de último. Fomos para o limite absoluto no vácuo insano e punitivo de Daytona (Oval), onde José Trindade sobreviveu às bandeiras amarelas. Atravessamos o Equador até Córdoba, onde Wilton Américo sobrou na estratégia e assumiu a ponta do campeonato.

E agora, o "Milagre de Monza" colocou Nahar Soubhia de volta à caça do título em mais uma vitória partindo do fundo do grid.

Perspectivas para Londrina (E6): O Tira-Teima Final

O descarte dos piores resultados já foi aplicado na tabela. Wilton Américo (109 pontos) e Nahar Soubhia (101 pontos) estão separados por apenas 8 pontos. Donato Júnior corre logo atrás, com 97 pontos. Teremos um campeão inédito na Liga CBR na despedida dos carros GT3/GTE.

O circuito de Londrina será o palco do apagar das luzes. É uma pista estreita, travada, com áreas de escape mínimas e sem longas retas. A classificação será vital, as ultrapassagens serão um pesadelo e a escolha do modelo de carro — que ainda resta no arsenal de cada piloto — ditará o campeão.

Preparem-se, senhores. A Grande Final da Liga CBR GT3/GTE vai testar se os nervos de nossos líderes aguentam a pressão até o limite do asfalto!



sexta-feira, 11 de setembro de 2026

CBR CLASSICOS 1978: Duelo de Titãs em Hockenheim e Iuri Soares vence a primeira.

CBR Retrô Club: Duelo de Titãs e Sobrevivência em Hockenheim

A terceira etapa da Fórmula 1 de 1978 foi marcada por um início caótico e uma disputa brilhante pela vitória no clássico traçado alemão.

A Fórmula 1 de 1978 desembarcou nas longas retas pelas florestas do clássico circuito de Hockenheim para a terceira etapa do campeonato da CBR Retrô Club. A corrida foi um verdadeiro teste de sobrevivência e precisão, alternando entre um início marcado por acidentes e um nível técnico altíssimo na disputa pela liderança, comprovando mais uma vez que domar os carros no Automobilista 2 não é tarefa para qualquer um.

O Início e as Baixas Precoces

A corrida começou tumultuada. Logo na largada, incidentes em cadeia prejudicaram diversos pilotos e dizimaram o grid precocemente. Fernando Porteiro, Derlon Ice-Man e Rodrigo Ribeiro foram forçados a abandonar logo nos primeiros metros devido a colisões. A maré de azar também atingiu Luiz Mesquita e Cris Hofstatter — este último sofrendo danos severos na asa traseira de seu equipamento —, reduzindo drasticamente o pelotão de 14 para apenas 7 pilotos que efetivamente conseguiriam chegar ao fim do desafio alemão.

O Duelo pela Liderança: Yuri vs. Juan

Se o fundo do grid enfrentou o caos, a ponta entregou um espetáculo inesquecível. O grande destaque da noite foi a intensa batalha entre Yuri Soares e Juan Pablo Maineri. Juan havia conquistado a pole position com uma volta excepcional, mas Yuri deu o bote e assumiu a liderança logo no início, apesar de problemas na torre de cronometragem que confundiam a indicação das posições.

Durante a maior parte da prova, os dois protagonizaram um verdadeiro "duelo de titãs". Eles se alternaram na primeira posição com manobras precisas, limpas e em altíssima velocidade, trocando vácuo nas retas intermináveis de Hockenheim. A definição veio apenas nas paradas nos boxes: a estratégia e o exímio gerenciamento de pneus de Yuri Soares se mostraram ligeiramente superiores. Ele conseguiu abrir uma pequena, porém decisiva vantagem, cruzando a linha de chegada em primeiro e garantindo a vitória.

"Tanto Yuri quanto Juan destacaram o respeito mútuo nas pistas. Esse fair play elevou a qualidade da competição, tornando a disputa tão emocionante e imprevisível quanto uma prova real da década de 70."

A Batalha pelo Pódio e Demais Posições

Mais atrás, a constância recompensava os sobreviventes. Bruno Pagiola executou uma corrida cerebral de pura estratégia. Consciente de que seu equipamento não tinha o mesmo ritmo avassalador dos líderes, ele apostou no composto de pneus duros, eliminando a necessidade de parar nos boxes. Essa escolha certeira e a pilotagem livre de acidentes renderam a ele o terceiro lugar, fechando o pódio.

Logo atrás, William Rocha manteve um ritmo muito sólido e constante, assegurando a quarta posição, enquanto Renan Mendes, estreando na zona de pontuação, sobreviveu à confusão inicial para terminar no Top 5. Heron Ferreira foi premiado pela regularidade, somando seu primeiro ponto na sexta colocação. Por fim, Claudio Araujo, que vinha fazendo uma ótima prova e até rondou a briga pelo pódio, mas um erro no final da prova exigiu uma parada para reparos no box e concluiu em sétimo.

Resultado Oficial - GP de Hockenheim (Etapa 3)

Pos Piloto Veículo Tempo / Status Pontos
1Iuri SoaresLotus 7900:41:01.4079
2Juan Pablo MaineriLotus 79+5.1946
3Bruno PagiolaLotus 79+1:04.7394
4William RochaF-Retro Gen2+1:10.1743
5Renan MendesF-Retro Gen2+1:15.3142
6Heron FerreiraF-Retro Gen2+1 Volta1
7Claudio AraujoF-Retro Gen2Não terminou (V21)0
8Ale MaineriLotus 79Abandonou (V14)0
9Luis MesquitaF-Retro Gen2Abandonou (V3)0
10Rodrigo RibeiroF-Retro Gen2Abandonou (V3)0
11Cris HofstatterLotus 79Abandonou (V2)0
12Derlon Ice-ManBrabham BT49Abandonou (V1)0
13Fernando PorteiroBrabham BT46BAbandonou (V1)0
14Charles FavreF-Retro Gen2Abandonou (V1)0
🏁 Próxima etapa: Grande Prêmio de Osterreichring. O campeonato esquenta!