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segunda-feira, 22 de junho de 2026

GT3-GTE 2026: Alexandre Douaud Vence em Virginia e Decisão Vai para Road America!

 



A penúltima etapa da temporada de GT3 da Liga CBR, realizada no desafiador circuito de Virginia International Raceway, entregou tudo o que se espera de uma reta final de campeonato: disputas intensas, estratégias arrojadas e drama até a bandeirada final. Em uma demonstração de constância e inteligência tática, Alexandre Douaud (Full Pushing Racing) conquistou a vitória, incendiando a briga pelo título contra João Marcato (Full Pushing Racing), que terminou em segundo após uma recuperação espetacular.

Qualificação: Domínio da Full Pushing Racing

O dia começou com a Full Pushing Racing mostrando sua força. Em uma sessão de qualificação muito disputada, João Marcato cravou a pole position, confirmando seu favoritismo em velocidade pura. A equipe dominou as primeiras filas, com Philippe Vieira garantindo o segundo lugar e Alexandre Douaud em terceiro. A expectativa era de uma corrida controlada pela equipe líder, mas Virginia tinha outros planos.

Largada e Mudança de Liderança

A luz verde acendeu e Philippe Vieira e Paulo Aurélio se envolveram em um incidente cedo, caindo para o fim do grid. 

João Marcato, o pole, largou na frente mas ainda no início rodou e caiu para a terceira posição, quem aproveitou foi Alexandre Douaud, que pulou para a ponta, e Donato Júnior (Drone Team 1), que assumiu a segunda posição, pressionando o líder.

O Jogo da Estratégia e Batalhas no Pelotão

Enquanto Douaud tentava abrir vantagem na liderança, Donato Júnior sustentava a pressão, garantindo momentos de intensa disputa. Mais atrás, o pelotão intermediário fervia. Jeferson Nobre, que largou da última posição, fazia uma corrida de recuperação impressionante, escalando o grid e travando um duelo particular e duradouro com Cláudio Araújo.

Outro destaque negativo foi o forte acidente de Heron Ferreira, que bateu no guard-rail e perdeu muitas posições, complicando sua corrida.

O "X" da Questão: O Pneu Macio de Marcato

A corrida foi definida pelas estratégias de pit stop. Alexandre Douaud apostou na regularidade e em uma parada sólida para manter a liderança virtual. Donato Júnior chegou a assumir a ponta momentaneamente durante a janela de paradas, mas Douaud reassumiu o controle.

O grande lance tático veio do GTE de João Marcato, percebendo que não tinha ritmo para acompanhar Douaud no primeiro stint, antecipou sua parada e apostou todas as fichas nos pneus macios para a parte final da prova.

A estratégia funcionou. Marcato voltou à pista em ritmo de qualificação, pulverizando a desvantagem. Ele ultrapassou Donato Júnior para assumir a segunda posição e iniciou uma caçada implacável ao líder Douaud.

Final Eletrizante

A vantagem de Douaud, que chegou a ser confortável, despencou nas voltas finais. A diferença caiu de mais de 16 segundos para apenas 1.2 segundos na abertura da última volta. Marcato vinha babando, mas Douaud, demonstrando nervos de aço e a constância que marcou sua corrida, segurou a pressão e cruzou a linha de chegada em primeiro.

Donato Júnior completou o pódio em terceiro, coroando uma atuação segura. Rodrigo Volek fechou em quarto, seguido por Marcos Barbosa em quinto. Paulo Aurélio, que vinha em uma boa corrida de recuperação lutando pela quarta posição com Volek, acabou abandonando nas voltas finais.

🔥 Expectativa Máxima para a Grande Final em Road America!

O resultado de Virginia não poderia ser mais dramático para o campeonato. Com a vitória de Alexandre Douaud e o segundo lugar de João Marcato (que somou os pontos da pole e volta rápida), os dois pilotos chegam à grande final em Road America com a diferença de apenas 8 pontos!

A última etapa promete ser um "tira-teima" histórico. João Marcato tem a velocidade bruta e a força da equipe Full Pushing Racing. Alexandre Douaud tem a constância, a inteligência estratégica e o momento psicológico a seu favor. Donato Júnior, correndo por fora, também está vivo na disputa e pode ser o fiel da balança.

Quem controlará os nervos nas longas retas e freadas fortes de Road America? Quem acertará a estratégia perfeita? A única certeza é que a Liga CBR GT3 terá um campeão digno de uma temporada inesquecível. Preparem-se, a final será eletrizante!


sábado, 6 de junho de 2026

CBR RETRO - LEMANS: Iuri Soares Vence as 2.4 Horas de Le Mans da CBR Retro Em Chegada Emocionante.


Com as lendas da era de ouro do endurance mundial na pista, a CBR Retro Club realizou uma das provas mais dramáticas e imprevisíveis da sua história. O lendário Circuito de La Sarthe foi o palco para as 2.4 Horas de Le Mans, trazendo os icónicos monstros da classe GT1 de 1998 (Porsche 911 GT1, Nissan R390 GT1, Mercedes CLK LM e McLaren F1 GTR) no simulador Automobilista 2.

O que parecia ser uma vitória dominante e incontestável transformou-se numa chegada emocionante nos minutos finais, decidindo a corrida por apenas 1 segundo de diferença após mais de 2 horas de corrida.

A mística de Le Mans reside no facto de a pista não escolher apenas o mais rápido, mas sim o que consegue sobreviver a ela. Numa prova de endurance com 2 horas e 24 minutos de duração — simulando a transição completa do dia para a noite e o amanhecer no Automobilista 2 —, os pilotos da CBR Retro Club enfrentaram a velocidade brutal dos GT1 de 1998, com a configuração de danos mecânicos em nível médio a punir severamente qualquer erro.

Qualificação Apertada e Pole de Henrique Ferreira

A sessão de qualificação de 15 minutos antecipava o equilíbrio que veríamos no asfalto. Henrique Ferreira, a conduzir o Mercedes CLK LM, estabeleceu uma marca impressionante de 3:38.644 para garantir a pole position. A primeira linha foi fechada nos instantes finais por Cláudio Araújo (3:38.879), que superou Sérgio Buck por escassos milésimos. O favoritismo estava desenhado, mas Le Mans é uma corrida de paciência.

Luzes Verdes e o Início Hostil

A largada viu Henrique Ferreira manter a liderança, mas a agressividade inicial cobrou um preço alto a vários concorrentes nas primeiras voltas, um incidente nas posições dianteiras envolveu Hedison Oliveira e Cláudio Araújo. Mais atrás, Fernando Porteiro e Charles Favre também se envolveram em acidentes, sofrendo danos visíveis que os obrigaram a idas prematuras às boxes. Pouco depois, Hedinho optou por abandonar a prova.

Na frente, estabeleceu-se um trio de elite: Henrique Ferreira, Sérgio Buck (com o belíssimo McLaren F1 GTR) e Chris Hofstarter começaram a distanciar-se do resto do pelotão. À passagem da quarta volta, Hofstarter atacou, assumiu a liderança da corrida e começou a ditar um ritmo avassalador.

Paradas Estratégicas e a Dança das Posições

Com a aproximação da noite, os faróis acenderam-se e a estratégia de combustível e pneus entrou em jogo. Quando os líderes foram às boxes, a liderança saltou de mãos: Henrique, Chris e, posteriormente, Heron Ferreira experimentaram o topo da classificação. Sérgio Buck cometeu um erro na entrada das boxes, perdendo um tempo precioso.

Após a janela de paradas estabilizar, Chris Hofstarter reassumiu o controlo, abrindo uma vantagem impressionante que chegou a superar os 34 segundos. Atrás dele, a corrida era eletrizante. Heron Ferreira e Sérgio Buck travaram batalhas de tirar o fôlego, trocando de posições consecutivamente, enquanto Iuri Soares surgia como um elemento perigoso, poupando combustível e a adotar uma condução calculada.

O Amanhecer e o Colapso do Lider a 12 Minutos do Fim

Quando o sol começou a nascer no horizonte e os pilotos desligaram os faróis, a corrida parecia sentenciada com o domínio absoluto de Chris Hofstarter. No entanto, a 12 minutos do final, a transmissão foi atingida por um momento de puro choque: um problema técnico/instabilidade causou a desconexão inesperada do líder Chris Hofstarter.

O cenário deixado na pista nos últimos 9 minutos foi de absoluto caos, com apenas cinco carros resistentes, mostrou Heron Ferreira na liderança com uma vantagem de cerca de 20 segundos para o segundo colocado Iuri.

Final de Loucura e Vitória por 1 Segundo

Iuri Soares, mesmo com o carro bastante danificado assumiu a liderança da prova no momento que Heron Ferreira fez uma parada rápida nos boxes a 7 minutos do fim e regressou à pista com o carro totalmente reparado e pronto para o ataque.

Heron iniciou a última volta a tirar segundos de forma impressionante a Iuri. Na linha de chegada, num esforço heróico de gestão de pneus macios e contenção por parte de Iuri Soares, os dois carros cruzaram a meta separados por apenas 1.0 segundo. Uma vitória inacreditável e improvável para Iuri Soares.

Resultado Final – 24 Horas de Le Mans Virtual

  1. Iuri Soares (Vencedor)

  2. Heron Ferreira (+1.0s)

  3. Henrique Ferreira (Regular Racers no pódio)

  4. Sérgio Buck

  5. Cláudio Araújo (Apesar de uma penalização de 21 segundos)

Entrevistas Pós-Corrida: O Alívio e o Espírito Desportivo

Nas entrevistas, o vencedor Iuri Soares admitiu a surpresa com o resultado, explicando que o seu carro perdia muito rendimento nas retas e que a sua estratégia se baseou em arriscar tudo nas partes mistas, além de contar com a ajuda crucial de Rafael Figueiredo nos cálculos exatos de combustível para não fazer uma paragem extra. Iuri lamentou profundamente a queda de Chris Hofstarter, reconhecendo que ele era o vencedor moral da noite.

Por sua vez, Chris Hofstarter demonstrou um enorme fair-play e maturidade. Apesar do abandono cruel quando liderava com mais de 30 segundos de vantagem, Chris desvalorizou o azar técnico ("corridas são corridas") e aproveitou o espaço para divulgar o seu novo projeto, a Glow Academy, focado em coaching de automobilismo virtual, psicologia desportiva e partilha de setups para elevar o nível da comunidade.

A CBR Retro Club despede-se de La Sarthe com a certeza de que a classe GT1 de 1998 entregou um espetáculo inesquecível, preparando o terreno para os próximos campeonatos em solo virtual.


quinta-feira, 4 de junho de 2026

GT3-GTE 2026: Chuva em Mount Panorama e Alexandre Douaud Domina e Vence a Etapa de Bathurst

 



A quarta etapa da Liga CBR levou os competidores ao temido e implacável circuito de Bathurst (Mount Panorama). Conhecido por não perdoar erros devido aos seus muros colados na pista, o "carrossel australiano" ganhou um elemento de extrema crueldade para os pilotos: uma chuva intensa que transformou o asfalto em um verdadeiro espelho d'água, exigindo acionamento de faróis, visibilidade quase nula pelo spray e muita precisão técnica. No fim, quem ditou o ritmo e sobreviveu à tempestade foi Alexandre Douaud (citado na transmissão como Dold), garantindo uma vitória maiúscula.

Qualificação: O Monopólio de João Marcato na Chuva

Antes do dilúvio apertar de vez, os treinos livres já mostravam quem seria o homem a ser batido em ritmo puro. João Marcato assombrou o grid ao ser o único piloto a andar na casa de 2:07.289.

Na hora da qualificação curta, o domínio do piloto da Full Pushing Racing se consolidou de forma avassaladora. Em uma pista traiçoeira, Marcato cravou a pole position com o tempo de 2:06.160, abrindo uma vantagem gigante para os demais. Alexandre Douaud garantiu a segunda posição do grid, com Gabriel Silva fechando em um excelente terceiro lugar.

O Drama da Liderança e o Labirinto dos Muros

A largada sob chuva foi tensa, com Douaud colocando extrema pressão no pole position. Marcato conseguiu segurar a ponta inicialmente e começou a abrir vantagem, mostrando que o ritmo dos treinos era real. Porém, Bathurst não perdoa o excesso de confiança no molhado. Pouco depois, João Marcato sofreu um forte e grave acidente no miolo da montanha. O carro danificado obrigou o líder do campeonato a arrastar-se até os boxes, despencando para a última colocação.

Com o caminho livre, Alexandre Douaud assumiu a liderança e começou a desenhar uma pilotagem segura e muito cerebral, abrindo vantagem confortável na ponta.

No pelotão intermediário, a pista molhada transformou-se em um cenário de sobrevivência. Jeferson Nobre e Marcos Barbosa travaram uma briga ferrenha pela sexta posição, culminando em uma belíssima ultrapassagem de Nobre. Logo atrás, Tarik Cauê também se recuperava, superando Barbosa para assumir a sétima colocação, antes de sofrer com problemas em sua parada de box.

Momento de Tensão nos Boxes: A entrada dos boxes de Bathurst já é estreita por natureza, mas a presença de "lombadas/quebra-molas" no acesso ao pitlane, combinada com o asfalto escorregadio, gerou rodadas e momentos de pura angústia para os pilotos na hora do reabastecimento.

Durante a janela de paradas, Paulo Aurélio estendeu sua permanência na pista e chegou a assumir a liderança provisória. Mas, após os pit stops se regularizarem, Douaud retomou a liderança com folga. Cláudio Araújo e Saulo Carvalho figuraram entre os pilotos que tiveram os carros severamente danificados pelos muros australianos, precisando de longas paradas de reparo que comprometeram suas posições finais.

Reta Final: A Queda da Chuva e a Disputa pelo Pódio

Nos dez minutos finais de prova, a chuva começou a perder intensidade e o sol tentou dar as caras. Foi a senha para Gabriel Silva (carinhosamente chamado de "Tio dos DVD") partir para o ataque. Ele escalou o grid de forma brilhante em uma corrida de recuperação memorável.

Gabriel colou em Paulo Aurélio e os dois protagonizaram uma disputa intensa e milimétrica pela segunda posição. Mostrando exímio controle no piso úmido, Gabriel Silva efetuou a ultrapassagem para garantir o segundo lugar no pódio. Paulo Aurélio seguiu com problemas nas voltas finais e acabou perdendo também o terceiro posto para Donato Júnior. Lá atrás, João Marcato deu uma aula de resiliência: mesmo após o desastre inicial, escalou o grid reduzido até a 10ª colocação para salvar um ponto crucial no campeonato.

Ao final das paradas e após a aplicação de uma punição de 10 segundos para Pietro Pessona por incidentes em pista, a classificação oficial de Bathurst foi chancelada.

🏆 Resultado Final - Etapa 04 (Bathurst)

  • 1º: Alexandre Douaud (Dold)

  • 2º: Gabriel Silva

  • 3º: Donato Júnior

  • 4º: Paulo Aurélio

  • 5º: Philipe Vieira

  • 6º: Pietro Pessoa (após punição de 10s)

  • 7º: Jeferson Nobre

  • 8º: Will Rodrigues

  • 9º: Heron Ferreira

  • 10º: João Marcato

🎙️ Aspas dos Protagonistas (Entrevistas Pós-Corrida)

Donato Júnior (3º colocado): "Correr em Bathurst com essa chuva foi uma das coisas mais difíceis que já fiz no simulador. Sobreviver aos muros e garantir esse pódio foi uma vitória pessoal."

Gabriel Silva (2º colocado): "O carro estava muito bom no final quando a chuva diminuiu. Conseguir buscar o segundo lugar em uma pista dessas recompensa todo o sofrimento do início."

Alexandre Douaud (Vencedor): "O segredo hoje foi a regularidade e o respeito ao circuito. Quando vi o Marcato acidentado, soube que precisava apenas manter a cabeça no lugar e trazer o carro inteiro para casa. Vitória fundamental para as pretensões do campeonato."

 

📊 Mudanças Críticas no Campeonato pós-Bathurst:

  • Fogo na Liderança: A vitória acachapante de Alexandre Douaud casada com o azar de João Marcato deixou a briga pela liderança muito acirrada. Douaud com 84 pontos e marcato com 82 pontos. Paulo Aurélio segue na cola com 80 pontos, deixando o Top 3 completamente aberto.


Próxima etapa será na pista americana de Virginia, onde a briga pelo título deve se afunilar ainda mais.


segunda-feira, 1 de junho de 2026

MCR2000 T2 - Nahar Soubhia Vence em Estoril e Leva a Decisão do MCR 2000 para Laguna Seca!

 


O clima em Estoril era de final de campeonato. Com a penúltima etapa da temporada da Liga CBR batendo à porta, a pressão sobre os pilotos era palpável. O autódromo que consagrou o primeiro triunfo de Ayrton Senna foi o palco de uma corrida estratégica, intensa e decisiva para as aspirações ao título que agora converge para a grande final em Laguna Seca.

Pole Position: A Lei de Nahar em Portugal

Na pista, a disputa foi implacável, mas Nahar Soubhia não deu chances aos adversários. Com uma volta cirúrgica, ele cravou a pole position, mostrando que o ritmo avassalador de Barcelona não foi obra do acaso. A grande surpresa ficou por conta de Iuri Soares, que teve problemas e largou na última fila no grid.

A Corrida: Estratégia e Sobrevivência

A largada em Estoril foi um teste de nervos. Nahar Soubhia, impecável na ponta, imprimiu um ritmo que obrigou o restante do pelotão a se desgastar em disputas acirradas. O início da prova foi eletrizante, com Iuri Soares vindo lá de traz e ganhando posições vitais no meio do pelotão e lutando para se manter na caça ao líder.

A corrida, porém, foi implacável com os menos preparados. O circuito técnico de Cascais/Estoril cobrou seu preço com disputas intensas pelo Top 5 e problemas de conexão e mecânicos que retiraram competidores do páreo prematuramente, como foi o caso de Fabio Quadrado que vinha na segunda posição. Manobras audaciosas marcaram o meio da prova, enquanto a administração de pneus e combustível se tornava o fator diferencial para quem almejava chegar ao pódio.

O Pódio e o Caminho para Laguna Seca

Na bandeirada final, Nahar Soubhia confirmou seu domínio absoluto, vencendo a prova de ponta a ponta e consolidando sua posição no topo da tabela de classificação. O pódio foi completado por Leandro Kiazer, que entregou uma pilotagem precisa e constante para garantir a segunda colocação, seguido pelo experiente Wilton Américo, que fechou o top 3 com um desempenho louvável.


Rumo à Finalíssima

Com base na pontuação geral atualizada após a etapa de Estoril, a briga pelo título está concentrada no topo da tabela, com uma vantagem importante para o líder. Aqui está a avaliação das chances para a grande final em Laguna Seca:

  • Iuri Soares (95 pontos): É o grande favorito ao título. Com uma margem confortável de 18 pontos sobre o segundo colocado, Iuri depende apenas de si mesmo e de uma corrida conservadora para garantir a taça.

  • Nahar Soubhia (77 pontos): O vencedor das últimas etapas é quem vive o melhor momento na pista. Embora a diferença de 18 pontos seja significativa, o domínio demonstrado por Nahar em Barcelona e Estoril coloca uma pressão imensa sobre Iuri. Para ser campeão, Nahar precisa vencer a etapa de Laguna Seca e torcer por um resultado desastroso (ou um abandono) do líder.

  • Donato Junior (76 pontos) e Fabio Quadrado (74 pontos): Matematicamente vivos, mas com chances reduzidas. Ambos precisam de uma combinação perfeita de vitória e falhas graves de Iuri Soares, além de superarem o ímpeto de Nahar Soubhia.

  • Leandro Kiazer (72 pontos) e Wilton Americo (70 pontos): Correm por fora. Embora tenham pontuado bem em Estoril, a distância para o topo e a necessidade de ultrapassar quatro competidores à frente torna o título um cenário improvável.

Conclusão: O campeonato é um duelo entre a consistência de Iuri Soares e a fase iluminada de Nahar Soubhia. Laguna Seca será o palco definitivo, onde o líder tentará segurar o ímpeto do vencedor recente das provas anteriores.