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segunda-feira, 1 de junho de 2026

MCR2000 T2 - Nahar Soubhia Vence em Estoril e Leva a Decisão do MCR 2000 para Laguna Seca!

 


O clima em Estoril era de final de campeonato. Com a penúltima etapa da temporada da Liga CBR batendo à porta, a pressão sobre os pilotos era palpável. O autódromo que consagrou o primeiro triunfo de Ayrton Senna foi o palco de uma corrida estratégica, intensa e decisiva para as aspirações ao título que agora converge para a grande final em Laguna Seca.

Pole Position: A Lei de Nahar em Portugal

Na pista, a disputa foi implacável, mas Nahar Soubhia não deu chances aos adversários. Com uma volta cirúrgica, ele cravou a pole position, mostrando que o ritmo avassalador de Barcelona não foi obra do acaso. A grande surpresa ficou por conta de Iuri Soares, que teve problemas e largou na última fila no grid.

A Corrida: Estratégia e Sobrevivência

A largada em Estoril foi um teste de nervos. Nahar Soubhia, impecável na ponta, imprimiu um ritmo que obrigou o restante do pelotão a se desgastar em disputas acirradas. O início da prova foi eletrizante, com Iuri Soares vindo lá de traz e ganhando posições vitais no meio do pelotão e lutando para se manter na caça ao líder.

A corrida, porém, foi implacável com os menos preparados. O circuito técnico de Cascais/Estoril cobrou seu preço com disputas intensas pelo Top 5 e problemas de conexão e mecânicos que retiraram competidores do páreo prematuramente, como foi o caso de Fabio Quadrado que vinha na segunda posição. Manobras audaciosas marcaram o meio da prova, enquanto a administração de pneus e combustível se tornava o fator diferencial para quem almejava chegar ao pódio.

O Pódio e o Caminho para Laguna Seca

Na bandeirada final, Nahar Soubhia confirmou seu domínio absoluto, vencendo a prova de ponta a ponta e consolidando sua posição no topo da tabela de classificação. O pódio foi completado por Leandro Kiazer, que entregou uma pilotagem precisa e constante para garantir a segunda colocação, seguido pelo experiente Wilton Américo, que fechou o top 3 com um desempenho louvável.


Rumo à Finalíssima

Com base na pontuação geral atualizada após a etapa de Estoril, a briga pelo título está concentrada no topo da tabela, com uma vantagem importante para o líder. Aqui está a avaliação das chances para a grande final em Laguna Seca:

  • Iuri Soares (95 pontos): É o grande favorito ao título. Com uma margem confortável de 18 pontos sobre o segundo colocado, Iuri depende apenas de si mesmo e de uma corrida conservadora para garantir a taça.

  • Nahar Soubhia (77 pontos): O vencedor das últimas etapas é quem vive o melhor momento na pista. Embora a diferença de 18 pontos seja significativa, o domínio demonstrado por Nahar em Barcelona e Estoril coloca uma pressão imensa sobre Iuri. Para ser campeão, Nahar precisa vencer a etapa de Laguna Seca e torcer por um resultado desastroso (ou um abandono) do líder.

  • Donato Junior (76 pontos) e Fabio Quadrado (74 pontos): Matematicamente vivos, mas com chances reduzidas. Ambos precisam de uma combinação perfeita de vitória e falhas graves de Iuri Soares, além de superarem o ímpeto de Nahar Soubhia.

  • Leandro Kiazer (72 pontos) e Wilton Americo (70 pontos): Correm por fora. Embora tenham pontuado bem em Estoril, a distância para o topo e a necessidade de ultrapassar quatro competidores à frente torna o título um cenário improvável.

Conclusão: O campeonato é um duelo entre a consistência de Iuri Soares e a fase iluminada de Nahar Soubhia. Laguna Seca será o palco definitivo, onde o líder tentará segurar o ímpeto do vencedor recente das provas anteriores.


quinta-feira, 28 de maio de 2026

Corujão T47 - Brands Hatch: Juan Pablo Domina em Prova de Sobrevivência na Penultima Etapa do Corujão





O circuito de Brands Hatch é conhecido por ser um dos mais técnicos e punitivos do calendário da Liga CBR, e a etapa desta semana do Corujão comprovou essa fama. Em uma corrida marcada por falhas técnicas, incidentes na largada e uma luta constante contra o próprio traçado, Juan Pablo Maineri (Holiver Team) brilhou ao conquistar uma vitória contundente, consolidando sua fase dominante na temporada.


⏱️ Qualificação: Holiver Team na Ponta

A qualificação de 10 minutos foi um desafio à parte. Com a pista exigindo precisão absoluta, os tempos iniciais mostraram o equilíbrio do grid.

A disputa pela pole foi tensa e cheia de percalços:

  • Algrans Júnior, atual campeão, teve um dia para esquecer: saiu da pista durante sua volta rápida e, posteriormente, desconectou do servidor, deixando sua situação incerta.

  • A Holiver Team mostrou força ao garantir uma dobradinha na primeira fila, com Hedison Oliveira mantendo a liderança na tabela de tempos durante boa parte da sessão.

🚥 Largada e o Caos no Circuito

O início da corrida foi emocionante e caótico. Logo na largada, Algrans Júnior ficou paralisado no grid e foi forçado a abandonar a prova precocemente.

Na frente, a briga entre Hedison Oliveira e Juan Pablo Maineri foi intensa. No entanto, um erro de Hedinho na pista permitiu que Juan Pablo assumisse a liderança e começasse a abrir vantagem. Enquanto isso, na disputa pela quarta posição, os pilotos da equipe Figueirense protagonizaram duelos próximos, embora problemas técnicos tenham afetado o desempenho de vários competidores ao longo da prova.

🏁 O Pódio de Brands Hatch

Juan Pablo Maineri manteve o controle mesmo após sua parada nos boxes, gerindo a vantagem até a última volta, onde, apesar de um pequeno susto ao sair da pista, conseguiu se recuperar e cruzar a linha de chegada como vencedor.

Resultado do Pódio:

  • 1º Lugar: Juan Pablo Maineri (Holiver Team)

  • 2º Lugar: Hedison Oliveira 

  • 3º Lugar: Patrick Duarte (garantindo pódio para a Figueirense) 

"Foi uma corrida que exigiu paciência. Brands Hatch não perdoa erros, e o importante foi manter o ritmo e não cometer deslizes", comentou Juan Pablo Maineri em sua entrevista pós-corrida.


📊 Panorama com a Entrada dos Descartes:

  • Briga direta pelo título: Com o descarte acionado, Juan Pablo (98 pts) sustenta a liderança, mas Hedison Oliveira (90 pts) colou de vez na disputa, reduzindo a diferença líquida para apenas 8 pontos.

  • Evolução na tabela: Patrick Duarte pegou o elevador com o pódio em Brands Hatch e subiu para a 5ª colocação geral, somando 59 pontos líquidos.

 

📊 Movimentações no Campeonato de Construtores:

  • Domínio Absoluto: A Holiver Team cravou sua melhor etapa na temporada (60 pontos) e abriu impressionantes 103 pontos de vantagem na liderança isolada.



domingo, 24 de maio de 2026

GT3-GTE 2026 - Paulo Aurélio Supera Incidentes e Vence o GP de Goiânia em Final de Arrepiar


A terceira etapa da Liga CBR entregou tudo o que os fãs de automobilismo virtual procuravam: disputas milimétricas, reviravoltas estratégicas, drama até os metros finais e um novo capítulo na ferrenha briga pelo campeonato. O Autódromo Internacional de Goiânia foi o palco de uma corrida memorável que consagrou a resiliência e a ousadia tática da Wolves e-Sports.

A Força do Lobo: Pole Position e Escolha Cirúrgica

Os motores começaram a roncar forte logo na qualificação. Em uma sessão marcada por tempos excepcionais, a expectativa para a definição do topo do grid foi alta. Paulo Aurélio mostrou suas credenciais logo cedo, cravando uma volta voadora para garantir a Pole Position. O piloto apostou suas fichas na categoria GTE para o traçado rápido do Cerrado, uma escolha que se provaria decisiva para o desfecho da prova.

Nas posições seguintes, Edinho (Hedison Oliveira) e Júlio Belles se destacavam, enquanto João Marcato extraía tudo do seu modelo Lamborguini Gen 2 para se manter na caça aos líderes.

Caos na Largada e Drama nos Boxes

Quando as luzes vermelhas se apagaram, a tensão tomou conta. Paulo Aurélio manteve a ponta, mas Marcato partiu com agressividade e assumiu o segundo lugar. Atrás deles, o pelotão intermediário viveu momentos dramáticos.

Um forte incidente na largada acionou imediatamente o Safety Car. O asfalto goiano fez suas primeiras vítimas: Cláudio Araújo sofreu sérios danos na asa traseira e foi forçado a ir para os boxes logo na abertura da janela de reparos. O que parecia um desastre para o piloto do carro Mclaren Gen1 transformou-se em uma bela história de recuperação; com a asa trocada e uma mudança estratégica radical focada em ritmo de corrida, ele voltou à pista pronto para escalar o grid.

O Tabuleiro de Xadrez a 250 km/h: Marcato Assume o Controle

Na relargada, na quarta volta, o bicho pegou. João Marcato colocou de lado e, em uma bela manobra, assumiu a liderança da prova. Logo em seguida, Philippe Vieira entrou na festa, assumindo o terceiro posto e iniciando um duelo espetacular, de tirar o fôlego, com Paulo Aurélio pela segunda colocação. Os dois trocaram de posição em manobras plásticas, limpando os vácuos das longas retas de Goiânia.

A corrida chegou à sua metade com Marcato consolidado na liderança e controlando o ritmo. O desgaste de pneus em ritmo acelerado (5x) e o calor da pista começaram a cobrar o seu preço: Hedinho abandonou a prova, seguido por Júlio Belles mais tarde. Ao mesmo tempo, um erro técnico tirou o guerreiro Rodrigo Volek da disputa devido a uma desclassificação por excesso de velocidade no limitador de pit.

A Caçada Final e os Quilômetros de Emoção

Após a rodada de paradas nos boxes, a corrida entrou em sua fase mais crítica. Marcato parou primeiro e retornou em terceiro. Paulo Aurélio estendeu seu stint na pista o máximo que pôde graças à gestão inteligente da categoria GTE. Quando o líder da Wolves e-Sports finalmente fez sua parada e retornou à pista, a caçada começou.

Com pneus mais novos e o rendimento superior de seu GTE nas curvas de média, Paulo Aurélio começou a pulverizar a diferença para Marcato. A vantagem que passava dos 2 segundos caiu para 1.9, depois 1.1, até entrar na casa dos milésimos.

A menos de 7 minutos para o fim, veio o golpe de misericórdia: em uma manobra precisa e sem chances de defesa, Paulo Aurélio retomou a liderança definitiva da corrida.

[Volta 4]  Marcato assume a liderança ──> [Metade da Prova] Marcato lidera com folga 
                                                                    │
[Volta Final] Paulo Aurélio vence GP <── [Faltando 7 min] Ultrapassagem da vitória

Atrás deles, o pódio se desenhava com Alexandre Douaud em terceiro, assistindo de camarote à grande disputa pelo quarto lugar entre Pietro Pessona e Philippe Vieira. Demonstrando um fairplay fantástico, os pilotos seguraram o carro no limite, com Pietro garantindo a quarta posição.

Destaque absoluto para as recuperações da etapa: Cláudio Araújo, após o revés do início, escalou o pelotão de forma cirúrgica para cruzar em um espetacular 6º lugar, logo à frente de Donato Júnior (7º) e Will Rodrigues (8º) — este último sofrendo com uma penalidade de 10 segundos ao fim da prova. Outro herói da noite foi Saulo Carvalho, que largou da última posição e fechou em um honroso 12º lugar.

O Carro da Vitória

Abaixo, o imponente bólido da Wolves e-Sports utilizado por Paulo Aurélio para conquistar a pole, a volta mais rápida e o degrau mais alto do pódio no solo sagrado de Goiânia:

Vozes do Pódio

Alexandre Douaud (3º Colocado): "Foi uma corrida de sobrevivência e paciência. O foco era buscar o pódio e somar pontos consistentes para o campeonato. Goiânia pune quem abusa dos pneus."

Sublíder Contente: João Marcato (2º colocado) elogiou demais o nível da disputa técnica, ressaltando as diferenças de classe entre os carros e saindo de Goiânia extremamente satisfeito com a regularidade na briga pelo caneco da Liga CBR.

Paulo Aurélio (Vencedor): "Eu tive muita dificuldade para treinar essa semana. Decidi arriscar tudo na escolha do GTE e a estratégia se pagou perfeitamente. Mesmo com os sustos no meio da corrida, consegui encaixar o ritmo no final, os pneus corresponderam e a ultrapassagem deu certo. Estou feliz demais com essa vitória!"

Com os resultados da etapa e a aplicação dos descartes, o campeonato pegou fogo de vez. A caravana virtual da Liga CBR agora arruma as malas para cruzar o oceano e encarar o "Monte Panorama" no temido circuito de Bathurst!

terça-feira, 19 de maio de 2026

CBR RETRÔ - Nordschleife - Inferno Verde consagra Iuri Soares na estreia épica da CBR Retrô Club em Nürburgring

 


A nova divisão de clássicos da Liga CBR começou com o pé direito e contornos de pura dramaticidade. No dia 15 de maio, o lendário circuito de Nürburgring Nordschleife — o "Inferno Verde" — foi o palco da primeira etapa da CBR Retrô Club, trazendo os icônicos carros do DTM 1992 para um desafio de pura sobrevivência e nostalgia.

Com variação climática, transição para a noite escura da floresta alemã e uma taxa de desgaste altíssima, a prova foi um teste definitivo para os 22 pilotos que alinharam no grid. No final, apenas 9 heróis cruzaram a linha de chegada após mais de uma hora de batalha intensa.

O Desafio da Classificação: A Ditadura dos "Cuts"

Antes mesmo da luz verde, Nordschleife já mostrava suas garras na sessão de qualificação. O rigor do simulador com os limites de pista ("cuts") transformou a busca pela volta rápida em uma tarefa hercúlea. Passar levemente sobre as zebras era o suficiente para invalidar voltas de mais de 8 minutos, forçando vários pilotos a abandonarem a sessão sem registrar tempo.

Rodrigo Volek foi um dos que sofreu com as punições severas do circuito. Quem achou o caminho perfeito foi Gefferson Pereira, cravando uma pole position expressiva, seguido de perto por Phellipe Vieira, que também mostrou ritmo fortíssimo na qualificação.

Caos na Largada e Troca de Líderes

A contagem regressiva no grid seco e nublado preparava os pilotos para uma corrida longa. Quando os motores do DTM 92 roncaram na largada, o funil das primeiras curvas causou um enorme engarrafamento. No meio da confusão generalizada, Iuri Soares, que largava em 18º após problemas na classificação, foi tocado na traseira e acabou rodando. Por sorte, o carro não sofreu danos graves.

Lá na frente, o pole Jeferson Pereira enfrentou problemas e a liderança caiu nas mãos do argentino William Sebastian, seguido de perto por Rodrigo Volek, que deu um salto espetacular na largada para assumir a segunda posição. A partir daí, a dinâmica da corrida virou um jogo de xadrez em alta velocidade. Phellipe Vieira chegou a assumir a ponta momentaneamente, mas Sebastian vendeu caro a posição, recuperando o topo logo em seguida.

Sobrevivência no Escuro: Faróis Quebrados e Carros Detonados

À medida que o relógio avançava, o entardecer deu lugar a uma noite escura e traiçoeira. A configuração de danos reduzidos da liga provou ser uma decisão acertada da organização: sem ela, praticamente ninguém terminaria a prova. Os carros foram se transformando em verdadeiros "zumbis" mecânicos. Jeferson Pereira perdeu o capô e os faróis em uma rodada; Charles Favre destruiu completamente a frente de seu bólido.

O grande destaque de superação da noite foi Tarik, o popular "Fubquito". Após ter problemas de conexão e não classificar, ele escalava o pelotão quando seus faróis foram estilhaçados em um incidente. Guiando puramente no instinto e na memória dentro da floresta escura, Tarik manteve a icônica Mercedes na pista. Para adicionar tempero à transmissão, ele ainda usava a tática de ligar e desligar a seta para sinalizar (e assustar) os adversários no breu.

Enquanto isso, a liderança mudava de mãos novamente. William Sebastian cometeu um erro e acabou saindo da pista, abrindo caminho para uma impressionante escalada de Yuri Soares, que assumia a liderança com Volek colado em seu encalço.

O Caos dos Boxes e a Estratégia Vencedora

Com metade da prova completada (Volta 4 de 10), as estratégias de pit stop começaram a se desenhar. Iuri Soares optou por uma parada conservadora na quinta volta, visando a saúde de seu motor. Ele retornou à pista em terceiro, enquanto Rodrigo Volek e Felipe Vieira decidiram esticar o turno na pista sem parar, assumindo provisoriamente a liderança.

A pista estava tão perigosa que o piloto Derlon, após uma batida, acabou ficando parado de ré no meio do circuito, forçando o líder Iuri Soares a uma manobra rápida de desvio para evitar o desastre. Pouco depois, problemas de conexão e quebras mecânicas — como a caixa de câmbio travada de Fernando Porteiro — reduziram drasticamente o grid.

Quando Volek e Vieira finalmente precisaram fazer suas paradas na reta final, a estratégia cirúrgica de Iuri Soares se consolidou. O piloto assumiu a ponta definitiva com uma vantagem confortável de mais de 45 segundos.

Reta Final Dramática e Bandeirada

Nas voltas finais, enquanto Iuri administrava a liderança mesmo com pequenos erros e o motor já cansado (fechando com 18% de integridade), a verdadeira guerra acontecia pelas posições seguintes.

Rodrigo Volek, com o carro completamente destruído e sem capô, sofria absurdamente para segurar a traseira nas curvas, quase rodando por duas vezes. Phellipe Vieira, exibindo um ritmo fortíssimo e com o carro mais inteiro, colou em Volec na última volta. A disputa pela segunda posição foi milimétrica, mas Vieira conseguiu a ultrapassagem decisiva, deixando Volec com a terceira posição do pódio.

Atrás deles, a briga pela quarta posição foi um show à parte. Chris Hofstatter e Tarik travaram um duelo roda a roda até a última curva de Nürburgring. Houve um toque dramático metros antes da linha de chegada, mas Chris Hofstatter conseguiu sustentar o 4º lugar, com o "ninja da noite" Tarik fechando em um heroico 5º lugar.


O Pódio e as Vozes dos Protagonistas



PosiçãoPilotoStatus / Destaque
Iuri SoaresVencedor com estratégia perfeita de box
Phellipe VieiraRitmo forte e bote na última volta
Rodrigo VolekPódio de superação com carro destruído

No pós-corrida, o clima no Discord da CBR era de puro êxtase e cansaço.

Rodrigo Volek (3º colocado): "Foi uma corrida extremamente difícil e cansativa. Tive problemas no quali com os limites de pista, mas a largada foi excelente e pulei para a frente. Terminar no pódio com o carro nesse estado, sem capô, me deixa muito feliz. Eu adoro corridas longas."

Iuri Soares (Vencedor): "Minha classificação foi uma correria, entrei em cima da hora e tive que ajustar o setup rápido. Na largada, tomei o toque e achei que estava tudo acabado, mas não tive danos. Foquei em fazer uma corrida segura, virando 2 a 3 segundos acima da pole para poupar o motor. A dica de um amigo para terminar com o motor inteiro foi crucial; cheguei no limite com 18% de danos. Foi uma vitória de sobrevivência."

Com o sucesso estrondoso da etapa de abertura, a parceria entre a Liga CBR e a Green Fox promete grandes emoções para as próximas sextas-feiras de automobilismo virtual clássico. As inscrições continuam abertas no site oficial.

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Matéria publicada pelo Reporter CBR.