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domingo, 24 de maio de 2026

GT3-GTE 2026 - Paulo Aurélio Supera Incidentes e Vence o GP de Goiânia em Final de Arrepiar


A terceira etapa da Liga CBR entregou tudo o que os fãs de automobilismo virtual procuravam: disputas milimétricas, reviravoltas estratégicas, drama até os metros finais e um novo capítulo na ferrenha briga pelo campeonato. O Autódromo Internacional de Goiânia foi o palco de uma corrida memorável que consagrou a resiliência e a ousadia tática da Wolves e-Sports.

A Força do Lobo: Pole Position e Escolha Cirúrgica

Os motores começaram a roncar forte logo na qualificação. Em uma sessão marcada por tempos excepcionais, a expectativa para a definição do topo do grid foi alta. Paulo Aurélio mostrou suas credenciais logo cedo, cravando uma volta voadora para garantir a Pole Position. O piloto apostou suas fichas na categoria GTE para o traçado rápido do Cerrado, uma escolha que se provaria decisiva para o desfecho da prova.

Nas posições seguintes, Edinho (Hedison Oliveira) e Júlio Belles se destacavam, enquanto João Marcato extraía tudo do seu modelo Lamborguini Gen 2 para se manter na caça aos líderes.

Caos na Largada e Drama nos Boxes

Quando as luzes vermelhas se apagaram, a tensão tomou conta. Paulo Aurélio manteve a ponta, mas Marcato partiu com agressividade e assumiu o segundo lugar. Atrás deles, o pelotão intermediário viveu momentos dramáticos.

Um forte incidente na largada acionou imediatamente o Safety Car. O asfalto goiano fez suas primeiras vítimas: Cláudio Araújo sofreu sérios danos na asa traseira e foi forçado a ir para os boxes logo na abertura da janela de reparos. O que parecia um desastre para o piloto do carro Mclaren Gen1 transformou-se em uma bela história de recuperação; com a asa trocada e uma mudança estratégica radical focada em ritmo de corrida, ele voltou à pista pronto para escalar o grid.

O Tabuleiro de Xadrez a 250 km/h: Marcato Assume o Controle

Na relargada, na quarta volta, o bicho pegou. João Marcato colocou de lado e, em uma bela manobra, assumiu a liderança da prova. Logo em seguida, Philippe Vieira entrou na festa, assumindo o terceiro posto e iniciando um duelo espetacular, de tirar o fôlego, com Paulo Aurélio pela segunda colocação. Os dois trocaram de posição em manobras plásticas, limpando os vácuos das longas retas de Goiânia.

A corrida chegou à sua metade com Marcato consolidado na liderança e controlando o ritmo. O desgaste de pneus em ritmo acelerado (5x) e o calor da pista começaram a cobrar o seu preço: Hedinho abandonou a prova, seguido por Júlio Belles mais tarde. Ao mesmo tempo, um erro técnico tirou o guerreiro Rodrigo Volek da disputa devido a uma desclassificação por excesso de velocidade no limitador de pit.

A Caçada Final e os Quilômetros de Emoção

Após a rodada de paradas nos boxes, a corrida entrou em sua fase mais crítica. Marcato parou primeiro e retornou em terceiro. Paulo Aurélio estendeu seu stint na pista o máximo que pôde graças à gestão inteligente da categoria GTE. Quando o líder da Wolves e-Sports finalmente fez sua parada e retornou à pista, a caçada começou.

Com pneus mais novos e o rendimento superior de seu GTE nas curvas de média, Paulo Aurélio começou a pulverizar a diferença para Marcato. A vantagem que passava dos 2 segundos caiu para 1.9, depois 1.1, até entrar na casa dos milésimos.

A menos de 7 minutos para o fim, veio o golpe de misericórdia: em uma manobra precisa e sem chances de defesa, Paulo Aurélio retomou a liderança definitiva da corrida.

[Volta 4]  Marcato assume a liderança ──> [Metade da Prova] Marcato lidera com folga 
                                                                    │
[Volta Final] Paulo Aurélio vence GP <── [Faltando 7 min] Ultrapassagem da vitória

Atrás deles, o pódio se desenhava com Alexandre Douaud em terceiro, assistindo de camarote à grande disputa pelo quarto lugar entre Pietro Pessona e Philippe Vieira. Demonstrando um fairplay fantástico, os pilotos seguraram o carro no limite, com Pietro garantindo a quarta posição.

Destaque absoluto para as recuperações da etapa: Cláudio Araújo, após o revés do início, escalou o pelotão de forma cirúrgica para cruzar em um espetacular 6º lugar, logo à frente de Donato Júnior (7º) e Will Rodrigues (8º) — este último sofrendo com uma penalidade de 10 segundos ao fim da prova. Outro herói da noite foi Saulo Carvalho, que largou da última posição e fechou em um honroso 12º lugar.

O Carro da Vitória

Abaixo, o imponente bólido da Wolves e-Sports utilizado por Paulo Aurélio para conquistar a pole, a volta mais rápida e o degrau mais alto do pódio no solo sagrado de Goiânia:

Vozes do Pódio

Alexandre Douaud (3º Colocado): "Foi uma corrida de sobrevivência e paciência. O foco era buscar o pódio e somar pontos consistentes para o campeonato. Goiânia pune quem abusa dos pneus."

Sublíder Contente: João Marcato (2º colocado) elogiou demais o nível da disputa técnica, ressaltando as diferenças de classe entre os carros e saindo de Goiânia extremamente satisfeito com a regularidade na briga pelo caneco da Liga CBR.

Paulo Aurélio (Vencedor): "Eu tive muita dificuldade para treinar essa semana. Decidi arriscar tudo na escolha do GTE e a estratégia se pagou perfeitamente. Mesmo com os sustos no meio da corrida, consegui encaixar o ritmo no final, os pneus corresponderam e a ultrapassagem deu certo. Estou feliz demais com essa vitória!"

Com os resultados da etapa e a aplicação dos descartes, o campeonato pegou fogo de vez. A caravana virtual da Liga CBR agora arruma as malas para cruzar o oceano e encarar o "Monte Panorama" no temido circuito de Bathurst!

terça-feira, 19 de maio de 2026

CBR RETRÔ - Nordschleife - Inferno Verde consagra Iuri Soares na estreia épica da CBR Retrô Club em Nürburgring

 


A nova divisão de clássicos da Liga CBR começou com o pé direito e contornos de pura dramaticidade. No dia 15 de maio, o lendário circuito de Nürburgring Nordschleife — o "Inferno Verde" — foi o palco da primeira etapa da CBR Retrô Club, trazendo os icônicos carros do DTM 1992 para um desafio de pura sobrevivência e nostalgia.

Com variação climática, transição para a noite escura da floresta alemã e uma taxa de desgaste altíssima, a prova foi um teste definitivo para os 22 pilotos que alinharam no grid. No final, apenas 9 heróis cruzaram a linha de chegada após mais de uma hora de batalha intensa.

O Desafio da Classificação: A Ditadura dos "Cuts"

Antes mesmo da luz verde, Nordschleife já mostrava suas garras na sessão de qualificação. O rigor do simulador com os limites de pista ("cuts") transformou a busca pela volta rápida em uma tarefa hercúlea. Passar levemente sobre as zebras era o suficiente para invalidar voltas de mais de 8 minutos, forçando vários pilotos a abandonarem a sessão sem registrar tempo.

Rodrigo Volek foi um dos que sofreu com as punições severas do circuito. Quem achou o caminho perfeito foi Gefferson Pereira, cravando uma pole position expressiva, seguido de perto por Phellipe Vieira, que também mostrou ritmo fortíssimo na qualificação.

Caos na Largada e Troca de Líderes

A contagem regressiva no grid seco e nublado preparava os pilotos para uma corrida longa. Quando os motores do DTM 92 roncaram na largada, o funil das primeiras curvas causou um enorme engarrafamento. No meio da confusão generalizada, Iuri Soares, que largava em 18º após problemas na classificação, foi tocado na traseira e acabou rodando. Por sorte, o carro não sofreu danos graves.

Lá na frente, o pole Jeferson Pereira enfrentou problemas e a liderança caiu nas mãos do argentino William Sebastian, seguido de perto por Rodrigo Volek, que deu um salto espetacular na largada para assumir a segunda posição. A partir daí, a dinâmica da corrida virou um jogo de xadrez em alta velocidade. Phellipe Vieira chegou a assumir a ponta momentaneamente, mas Sebastian vendeu caro a posição, recuperando o topo logo em seguida.

Sobrevivência no Escuro: Faróis Quebrados e Carros Detonados

À medida que o relógio avançava, o entardecer deu lugar a uma noite escura e traiçoeira. A configuração de danos reduzidos da liga provou ser uma decisão acertada da organização: sem ela, praticamente ninguém terminaria a prova. Os carros foram se transformando em verdadeiros "zumbis" mecânicos. Jeferson Pereira perdeu o capô e os faróis em uma rodada; Charles Favre destruiu completamente a frente de seu bólido.

O grande destaque de superação da noite foi Tarik, o popular "Fubquito". Após ter problemas de conexão e não classificar, ele escalava o pelotão quando seus faróis foram estilhaçados em um incidente. Guiando puramente no instinto e na memória dentro da floresta escura, Tarik manteve a icônica Mercedes na pista. Para adicionar tempero à transmissão, ele ainda usava a tática de ligar e desligar a seta para sinalizar (e assustar) os adversários no breu.

Enquanto isso, a liderança mudava de mãos novamente. William Sebastian cometeu um erro e acabou saindo da pista, abrindo caminho para uma impressionante escalada de Yuri Soares, que assumia a liderança com Volek colado em seu encalço.

O Caos dos Boxes e a Estratégia Vencedora

Com metade da prova completada (Volta 4 de 10), as estratégias de pit stop começaram a se desenhar. Iuri Soares optou por uma parada conservadora na quinta volta, visando a saúde de seu motor. Ele retornou à pista em terceiro, enquanto Rodrigo Volek e Felipe Vieira decidiram esticar o turno na pista sem parar, assumindo provisoriamente a liderança.

A pista estava tão perigosa que o piloto Derlon, após uma batida, acabou ficando parado de ré no meio do circuito, forçando o líder Iuri Soares a uma manobra rápida de desvio para evitar o desastre. Pouco depois, problemas de conexão e quebras mecânicas — como a caixa de câmbio travada de Fernando Porteiro — reduziram drasticamente o grid.

Quando Volek e Vieira finalmente precisaram fazer suas paradas na reta final, a estratégia cirúrgica de Iuri Soares se consolidou. O piloto assumiu a ponta definitiva com uma vantagem confortável de mais de 45 segundos.

Reta Final Dramática e Bandeirada

Nas voltas finais, enquanto Iuri administrava a liderança mesmo com pequenos erros e o motor já cansado (fechando com 18% de integridade), a verdadeira guerra acontecia pelas posições seguintes.

Rodrigo Volek, com o carro completamente destruído e sem capô, sofria absurdamente para segurar a traseira nas curvas, quase rodando por duas vezes. Phellipe Vieira, exibindo um ritmo fortíssimo e com o carro mais inteiro, colou em Volec na última volta. A disputa pela segunda posição foi milimétrica, mas Vieira conseguiu a ultrapassagem decisiva, deixando Volec com a terceira posição do pódio.

Atrás deles, a briga pela quarta posição foi um show à parte. Chris Hofstatter e Tarik travaram um duelo roda a roda até a última curva de Nürburgring. Houve um toque dramático metros antes da linha de chegada, mas Chris Hofstatter conseguiu sustentar o 4º lugar, com o "ninja da noite" Tarik fechando em um heroico 5º lugar.


O Pódio e as Vozes dos Protagonistas



PosiçãoPilotoStatus / Destaque
Iuri SoaresVencedor com estratégia perfeita de box
Phellipe VieiraRitmo forte e bote na última volta
Rodrigo VolekPódio de superação com carro destruído

No pós-corrida, o clima no Discord da CBR era de puro êxtase e cansaço.

Rodrigo Volek (3º colocado): "Foi uma corrida extremamente difícil e cansativa. Tive problemas no quali com os limites de pista, mas a largada foi excelente e pulei para a frente. Terminar no pódio com o carro nesse estado, sem capô, me deixa muito feliz. Eu adoro corridas longas."

Iuri Soares (Vencedor): "Minha classificação foi uma correria, entrei em cima da hora e tive que ajustar o setup rápido. Na largada, tomei o toque e achei que estava tudo acabado, mas não tive danos. Foquei em fazer uma corrida segura, virando 2 a 3 segundos acima da pole para poupar o motor. A dica de um amigo para terminar com o motor inteiro foi crucial; cheguei no limite com 18% de danos. Foi uma vitória de sobrevivência."

Com o sucesso estrondoso da etapa de abertura, a parceria entre a Liga CBR e a Green Fox promete grandes emoções para as próximas sextas-feiras de automobilismo virtual clássico. As inscrições continuam abertas no site oficial.

Acesse www.ligacbr.com, junte-se ao nosso grupo de WhatsApp e venha fazer parte da história da CBR Retrô Club!

Matéria publicada pelo Reporter CBR.

domingo, 17 de maio de 2026

MCR2000 T2 - Nahar Soubhia Domina a Concorrência e Vence o GP de Barcelona na LigaCBR.


O bicho pegou no circuito de Barcelona! Com 16 pilotos conectados e prontos para acelerar o desafiador MCR S2000. O clima espanhol estava perfeito, sem previsão de chuva.


A Batalha pela Pole: Nahar dita o ritmo na Qualificação

Desde os primeiros minutos da sessão de classificação, o clima era de pura tensão e expectativa. Com o tempo severamente limitado, errar não era uma opção. William Rocha entrou na pista carregando a responsabilidade de ser o único representante da Holiver Team no grid, contando com a torcida inflamada de Oliver Júnior nos bastidores.

A disputa pelo topo do cronômetro rapidamente se afunilou entre Donato Júnior, Iuri Soares e Nahar  Soubhia. Iuri tentou de tudo e chegou a melhorar seu tempo na reta final, mas Nar estava em uma noite inspirada: foi o único piloto a quebrar a barreira dos 1'44, cravando a pole position com autoridade e deixando claro que seria o homem a ser batido.

Largada Caótica e Drama na Curva 1

Luzes verdes apagadas em Barcelona! Se a expectativa para a largada era alta, o drama foi ainda maior. Logo na primeira curva, um forte acidente envolveu dois gigantes do campeonato: Fabio Quadrado e Wilton Américo. O prejuízo foi pesado para Wilton, que foi forçado a recolher imediatamente para os boxes, comprometendo sua prova.

Alheio ao caos lá atrás, Nar Soubhia manteve a ponta com segurança, seguido de perto por Iuri Soares e Donato Júnior. Quem também aproveitou a confusão inicial para brilhar foi Alê Ramos, que saltou espetacularmente para a sexta posição, e Alê Santos, que apesar de rodar logo depois, iniciou uma bela corrida de recuperação.

Ritmo Alucinante e Disputas no Pelotão

Com o passar das voltas, Nar começou a abrir uma vantagem confortável na liderança, mantendo a constância absurda na casa de 1'44. Atrás dele, no entanto, a pista pegava fogo:

  • Duelo pela P2: Donato Júnior partiu para o ataque e, com uma manobra precisa, ultrapassou Iuri Soares para assumir a vice-liderança. Mas Iuri não vendeu barato: estudou o adversário e, minutos mais tarde, deu o troco para recuperar o segundo lugar.

  • A Escalada de Quadrado: Após o incidente na largada, Fabio Quadrado deu um verdadeiro show de pilotagem. Ele escalou o pelotão com ultrapassagens agressivas sobre Heron e Chris Hofstatter, finalizando no top 6.

  • O Muro da Defesa de Harley: Harley Eagler passou boa parte da corrida pressionando os líderes, mas na segunda metade da prova precisou vestir a armadura de defensor. Leandro Kiazer grudou na traseira de Harley, tentando o bote de todas as formas — inclusive tentando surpreender nas frenagens —, mas Harley "fechou a porta" até os metros finais.

  • A Consistência: Cláudio Araújo fez uma corrida inteligente e muito consistente. Protagonizou uma disputa ferrenha com Chris Hofstatter pela sexta posição. Após estudar as linhas do adversário e exercer forte pressão, Claudio Araujo consolidou a ultrapassagem, abriu vantagem e garantiu uma excelente colocação no top 7.

Lamentavelmente, a nota triste da metade da prova foi o abandono de Alê Ramos, que acabou saindo da pista e perdendo a chance de brigar por um grande resultado.

Vitória Incontestável e o "Grand Chelem" de Nahar

Nos cinco minutos finais, a liderança de Nar Soubhia já passava dos 7 segundos. Nem mesmo os pilotos retardatários no meio do caminho foram capazes de tirar a concentração do pole-position.

Com foco absoluto e uma pilotagem cirúrgica, Nahar Soubhia cruzou a linha de chegada para vencer o GP de Barcelona de forma avassadora, coroando a noite com a volta mais rápida da corrida.

Iuri Soares garantiu um sólido segundo lugar, minimizando os danos no campeonato, com Donato Júnior completando o pódio em terceiro. Harley Eagler segurou a pressão sufocante de Leandro Kiazer na última volta para receber a bandeirada em quarto.

Confira o Top 5 Final (MCR S2000):

  1. Nahar Soubhia (Pole, Vitória e Volta Mais Rápida)

  2. Iuri Soares

  3. Donato Júnior

  4. Harley Eagler

  5. Leandro Kiazer


sábado, 16 de maio de 2026

Corujao T47 - Hedison Vence e Holiver Team Faz Trinca Histórica em Monza!!!



 O Templo da Velocidade fez jus à sua fama na noite desta semana. A etapa de Monza da Liga CBR foi uma verdadeira prova de atrito, velocidade pura e reviravoltas dramáticas. Quando a poeira baixou no asfalto italiano, apenas cinco pilotos cruzaram a linha de chegada, consagrando uma noite de gala absoluta para a Holiver Team, que garantiu um pódio triplo histórico.

⏱️ Qualificação: Pole de Algrans na Marra

A sessão de 10 minutos já anunciava o drama que estava por vir. O atual campeão, Algrans Junior (Laika Brasil), começou o dia enfrentando problemas técnicos em seu equipamento. Mesmo saindo da pista e batendo durante suas primeiras tentativas, Algrans tirou um coelho da cartola no último suspiro da qualificação, cravando a pole position por uma margem mínima sobre Juan Pablo Maineri e Hedinho.

Destaque também para Paulo Taveira (Sigma Race), que encaixou uma grande volta no fim para garantir o 5º lugar no grid. A lamentar, a ausência de Patrick Duarte, que foi homenageado pela equipe Figueirense antes da largada.

🚥 Largada Dramática e o Fim da Linha para o Campeão

A luz verde acendeu e o caos se instalou imediatamente:

  • Drama no Grid: William Rocha ficou parado na largada, caindo para a última posição.

  • Toque na Frente: Hedinho e Algrans Junior se estranharam na primeira curva, mas o pole-man conseguiu segurar a liderança.

  • A Queda do Rei: Na volta seguinte, o inesperado aconteceu. Algrans Junior rodou sozinho e bateu forte, sendo forçado a abandonar. Mais tarde, nos boxes, o diagnóstico: a base do seu volante quebrou fisicamente devido às forças do force feedback nas zebras de Monza. Com o abandono de Leandro Kiaer logo depois, a Laika Brasil viveu um domingo de pesadelo.

🛠️ Estratégia, Punições e Sobrevivência

Com a saída de Algrans, Hedison Oliveira assumiu a ponta, seguido de perto por Juan Pablo. A disputa interna na Holiver Team foi intensa e sem ordens de equipe, com Juan Pablo chegando a assumir a liderança temporária antes da rodada de pit stops.

Quem roubou a cena no meio da prova foi Paulo Taveira. Adotando uma estratégia ousada de não parar nos boxes precocemente, o piloto da Sigma assumiu a liderança virtual da corrida. No entanto, a pressão dos carros da Holiver Team surtiu efeito: Taveira acabou rodando na frente de Hedinho e, para piorar, recebeu uma punição de drive-through, o que minou suas chances de pódio.

🏁 O Top 5 de Sobreviventes em Monza

Pos.PilotoEquipeDestaque da Corrida
Hedison Oliveira Oliver TeamVitória histórica; igualou recorde da liga.
Juan Pablo MaineriOliver TeamRecuperação após problemas no controle de largada.
William RochaOliver TeamEscalada heroica após ficar parado no grid.
Fabiano SartoriRitmo consistente e sobrevivência ao caos.
Paulo TaveiraSigma RaceLiderou o GP, mas foi prejudicado por rodada e punição.

🏆 Noite de Gala e Recorde Histórico para Hedinho

A última volta foi protocolar para a consagração da Holiver Team. Hedinho cruzou a linha de chegada em primeiro, com Juan Pablo em segundo e William Rocha completando a trinca em terceiro. A festa foi tão intensa que o motor do carro de Hedinho estourou logo após a bandeirada durante a comemoração!

Com esta resultado, Hedison Oliveira iguala a marca de 22 vitórias de Eduardo Lima.

"Foi uma corrida complicada, guiei com problemas no meu próprio volante e contei com a sorte pelos abandonos dos rivais. Mas igualar essa marca em Monza é algo inexplicável", declarou o vencedor Hedinho em entrevista pós-corrida.

Com os principais rivais zerando na Itália, a Holiver Team dispara no campeonato de construtores e abre uma vantagem confortável.